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DIGA NÃO AO DESCONTO ASSISTENCIAL

DIGA NÃO AO DESCONTO ASSISTENCIAL Diretoria do Sindicato não aprende a lição e continua agindo de má fé, sem a menor transparência e respeito pelos recursos dos associados (as). Diretoria do Sindicato não presta contas de um único centavo gasto durante a greve e faz aprovar em assembleia esvaziada, sem ampla divulgação, desconto assistencial de 1% sobre o valor bruto de nossos salários. Embora tenha sido esta greve mais curta que as anteriores e não tenha havido nenhuma campanha de mídia, a diretoria do Sindicato aprovou o mesmo desconto do ano passado: 1% sobre o valor bruto dos salários de todos os bancários, sindicalizados ou não. Na assembleia convocada pela diretoria do Sindicato, conforme edital publicado no dia 01º de outubro no Tribuna Bancária, constava a prestação de contas da campanha salarial. Contudo, a diretoria do Sindicato não deu nenhuma satisfação sobre o que foi gasto durante a greve, em referida assembleia. Veja o recorte do Edital no Tribuna Bancária...

BANQUEIROS DESRESPEITAM A CATEGORIA BANCÁRIA MAIS UMA VEZ!

E VOCÊ, VAI ACEITAR ESTES TRUQUES? Nada mais oportuno que o slogan da nossa Campanha Salarial para falar das propostas apresentadas pelos banqueiros e governo. Vejamos alguns dos truques: TRUQUE 01: PISO SALARIAL O Banco do Brasil para evitar dar o índice de 8,5% no primeiro nível da carreira (A1), o que repercutiria em todos os outros níveis da tabela (A) de antiguidade, promove os postos efetivos com mais de 90 dias de banco para o nível A2. Ou seja, um truque para permanecer inalterada a curva salarial. TRUQUE 02: JORNADA DE 6 HORAS O Banco promete implantar um novo Plano de Cargos Comissionados contemplando comissões de 06 horas. Mas nem diz a que comissões se refere, nem se haverá perdas salariais. Sem greve, o Banco se sentirá mais à vontade, com a conivência de parte significativa das direções sindicais, de implantar do jeito que quiser o novo PCC, como fez com o atual PCR (Plano de Cargos e Remuneração). TRUQUE 03: ATAQUE À AUTONOMIA SINDICAL Não ...

MOTIVOS PARA NÃO FAZER GREVE E MOTIVOS PARA FAZER

  MOTIVOS PARA NÃO FAZER GREVE: ·          Quero ganhar uma comissão; ·          Estou absolutamente satisfeito com tudo dentro do Banco. Se estes acima são um de seus motivos para fazer greve, não temos como discutir com você. No caso do primeiro, porque se trata de que princípios e valores você mantém em sua vida. No caso do segundo, porque você não tem motivo (individual) algum para fazer greve.   AGORA SE OS SEUS MOTIVOS SÃO OS CITADOS ABAIXO, queremos conversar com você: ·          Não faço por conta do meu cargo; Definitivamente, esse não é um motivo. A greve é um direito inalienável e constitucional. Mesmo administradores, por lei, têm direito de greve garantido. Contudo, eles são os representantes da empresa. Tanto que costumam aparecer nas assembleias apenas para votar contra, a mando de seus superiores...

ASSEMBLEIA É QUARTA-FEIRA DIA 12 PARA DECIDIR SOBRE A GREVE

Colegas, ASSEMBLEIA É DIA     QUARTA-FEIRA 18h30 DIVULGUE!!! PARTICIPE!!!         

NOSSO MOBILIZADOR É A LUTA!

            O Banco do Brasil vive de lançar desafios, metas cada vez mais audaciosas. Nas palavras dos gestores: desafiadoras.             Agora, o Banco nos impõe cumprir o crédito de outubro no mês de setembro.             É LOB, Crédito, Previdência, Capitalização, Seguro de Vida, de Automóvel, Captação. Isso tudo, atendendo bem, baixando contatos na plataforma, cuidando da inadimplência...             Falando assim ainda parece fácil. Mas quando você abre o Sinergia da Carteira, você vê os números que o Banco quer.             Ainda parece fácil?             Mas se você não atingir, mesmo que se esforce, mesmo que use as estratégias que lhe foram ...

O PAPEL DO DELEGADO SINDICAL

            O delegado sindical é a representação mais próxima dos trabalhadores (as), pois se dá no próprio local de trabalho.             E, neste sentido, tem uma grande força, pois é o (a) principal responsável por contribuir com a organização do movimento sindical dos trabalhadores, a partir da base, a partir do cotidiano das relações de opressão entre capital e trabalho. E EXISTE OPRESSÃO NO BANCO?             Fora as metas e o assédio institucionalizado, entre outras formas, que levam ao adoecimento, noites mal dormidas, e o terrorismo/medo de perder uma comissão. Fora as diversas formas de pressão e vigilância permanente. Fora as ameaças de punição e avaliações negativas, no caso de não alcançar determinadas metas. Fora... tudo parece bem... mal! A DISPUTA IDEOLÓGICA DO BANCO   ...